Construir um MVP não é buscar perfeição. É buscar aprendizado.
Vejo muitos times gastando dias ajustando espaçamentos, animações, sombras e detalhes visuais antes mesmo de saber se o problema que estão resolvendo realmente existe.
Vejo muitos times gastando dias ajustando espaçamentos, animações, sombras e detalhes visuais antes mesmo de saber se o problema que estão resolvendo realmente existe.
Um MVP precisa ser funcional, intuitivo e transmitir confiança. O usuário deve conseguir realizar a tarefa sem fricção. Isso é diferente de ser pixel perfect.
Pixel perfect tem seu momento. Quando o produto já foi validado, quando métricas de conversão importam, quando a identidade visual passa a ser um diferencial competitivo. Antes disso, o investimento costuma gerar pouco retorno.
Isso não significa aceitar um produto mal feito. Significa priorizar o que realmente importa.
A pergunta não deveria ser “está pixel perfect?”, mas sim:
O usuário consegue atingir seu objetivo?
O fluxo é claro?
O produto transmite credibilidade?
O que vamos aprender ao colocar isso em produção?
No fim, um MVP existe para reduzir incertezas. Refinamento visual é importante, mas validar a direção do produto é ainda mais.